Categoria: Text | Texto
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Ressureição
para G. Eu conclamo a todas as mulheres que já foram abandonadas por homens que amam. As conclamo a me acalentar. As conclamo a me despir e banhar, zelosas como mães, pacientes como mestres ancestrais. Eu conclamo que limpem de mim esta falta do que nunca foi meu, umidifiquem e retirem este apego ao que…
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WAKING up at 2013
WAKING UP | London | R.Cambusano EU FALEI QUE NÃO | London | R.Cambusano very_short_long_story | London | R.Cambusano
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Sabedoria e revolta
Manual da boa conduta: estipulado por um bando de filhos da puta… manual | Rio de Janeiro | Andre Vallias M.B.C | London | R.Cambusano entao me ajude | vitória | Gabriela Canale
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Chega mais (escrevendo com letras)
kkk, lol | Webland | Jaime Scatena to chegandooooooo | webland | Gabriela Canale capture-41 | London | R.Cambusano
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|| A cidade é uma invenção
Eu quero te dizer que eu vou desinventá-la Onde houver cimento que eu leve a terra Onde houver cercamento que eu leve um córrego Onde houver engarrafamento que eu leve uma bicicleta onde houver buzina que eu leve a música Moraremos juntos porque somos assim juntos mas distantes o suficiente para respirarmos Árvores organismos água…
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A cidade não para
a cidade não para | Vitória | Gabriela Canale a cidade para quem | Berlin | Ísis Fernandes sedadic | Porto Alegre | Margareth Miola NY never stops (yellow) | New York | Jaime Scatena non stop ever SP 6am | Sao Paulo | R.Cambusano
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PARA ONDE ESTAMOS INDO?
Não me representa | Vitória | Gabriela Canale Eu sou cara de pau e ele não me representa | Richmond Town | Jaime Scatena
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A DISTÂNCIA É LIBERDADE (só que não)
Antes eu chamava de liberdade a possibilidade de ir e vir. Agora eu chamo aeroporto de prisão temporária. Behind bars (selfportrait) | Atibaia | Jaime Scatena
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A TECNOLOGIA DO AMOR
O AMOR e a SENSIBILIDADE são as tecnologias mais potentes da humanidade. Infelizmente elas não fazem parte dos currículos escolares, a não ser tangencialmente nas disciplinas humanas que, muitas vezes, são apenas decoreba e conteudismo. Uma sociedade que não se pensa pelo sensível, que não estuda as implicações práticas do amor, está fadada à crise…