Categoria: Brangança Paulista
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Cross
Um vermelho de Bacon. Um azul de Yves Klein. E um corpo que reconta, ao revés, a história que há seculos os artistas nos querem repetir. Por que a salvação? Por que o homem bode expiatório? Por que isso nos deve comover? Por que, mesmo sem sangue, o corpo crucificado nos devolve uma culpa ancestral…
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Não sei o que vi, mas sei que fotografei
Um espectro. Emaranhado. Um cheiro de coisa viva. Fechei os olhos e cliquei. Diafragma. Obturador. Tudo automaticamente programado para congelar a paisagem que não havia. Tatei em braile o vestígio do céu. Supus uma aquarela digital dentro da memória da Nikon. Surrupiei um desejo de imagem disforme. Mas fiquei quieto em imagem. Mudo em cor.…
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IMpermanência
Vem, ele te pede. Marca em mim tua cicatriz. E você não vai. Porque já não quer cicatrizes. Não quer dias cravados a ferro na navalha da carne. Não vai. Não vá tampouco amanhã, quando ele te convidar de novo. Porque a cada convite uma nuvem te invade. Um céu azul esmorece. Um anjo de…
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Vamos brincar de … ⓡⓞⓓⓐ
Como ouVer uma cantiga? OuViu? Cities in dialogue: Image 1: Helio_centrism | London | R.Cambusano Image 2: Roda | Bragança Paulista | Phelipe Aquino Image 3: Luz y sombra | Berlin | Tabea Huth Video 1: Como OuVer uma Cantiga | São Paulo | Jaime Scatena Image 4: last circle | Porto Alegre | Gabriela Canale
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Não É (Proibido Ser)
Cities in dialogue: Photo 1 (Não É (Proibido Ser) | Bragança Paulista | Jaime Scatena) Photo 2 ( De Nada ( Serei – A) | London | R.Cambusano Drawing sequence (os muitos modos de ser/estar | Curitiba| Ygor Raduy) Photo 3 (O que é e o que nunca será: teatro e boemia ao invés da…
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… mas cá com meus botões e o tempo passa.
Quando se vê, já são seis horas! Quando de vê, já é sexta-feira! Quando se vê, já é natal… Quando se vê, já terminou o ano… Quando se vê perdemos o amor da nossa vida. Quando se vê passaram 50 anos! Eu, cá com meus olhos, mirando o mundo passar (Mirante) Cities…