Categoria: Berlin | Berlim
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MOVIMENTO – ESTATICIDADE: CIDADES EM REFLEXO.
há uma arte. a arte de construir cidades e gente. a arte de deixa-las refletindo. há uma arte que já foi feita e a que se está a fazer, há que se apropriar dela, que se botar na cabeça, as cabeças nos corpos. Da arte é preciso aproximar-se e afastar-se: para vê-la (assim o é…
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SEARCHING LIGHT/FINDING LIGHT
Cidades | artistas em Diálogo: São Paulo (Gabriela Canale); Londrina (Ygor Raduy); Berlim (Ísis Fernandes).
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cenários expressionistas urbanos
Cidades | artistas em Diálogo: Berlin (Ísis Fernandes), São Paulo (Gabriela Canale).
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um livro secreto
para Débora Domke Podia ter amor que eu amasse mais, mas não teve. O foda é que já faz tantos meses. Mas tudo bem, a vida é sempre boa. Igual à trepada, mesmo quando é ruim, é bom, e a gente sempre acaba aprendendo alguma coisa. Fechou o livro com o rosto queimando. Olhou em volta,…
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CUP FEVER (Pulp fiction)
Pelos cantos da cidade há bandeirinhas, há detalhes de decoração, há lembranças de que num canto do mundo equipes correm atrás de uma bola em busca do êxito de gol. Mas olhando bem nos cantos das cidades há ainda frestas. Há ainda lembranças de outras “media-scapes”, há escrito nos concretos outros diálogos, outras referências. Ainda…
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Colours of the City – Vermelho/Cinza/Azul/Amarelo
São Paulo (Gabriela Canale) Berlim (Ísis Fernandes) Londrina (Ygor Raduy)
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Champagne e Erdbeeren, a líquida superexposição
She strips She spits She slips Sie bekommt Erdbeeren geliefert. Sie sind rot, sie sind rund, sie sind Sünde: fantasias rubras, amores líquidos! Und währenddessen sie? (She strips, spits, slips) Cidades | artistas em Diálogo: Londres (texto em Inglês, vídeo e Foto 1 de Luciana Franzolin); São Paulo (foto 3 de Gabriela Canale), Berlin (foto…
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Torcidas – Stadtschreie
Nas cidades há o grito de gol ecoando junto a cornetas, vuvuzelas, o grito de torcida que se cristaliza açucarado entre doces, mousses, sandalinhas havaianas que pulam ou que estão penduradas feito prendas de quermesse. Há a espera pelo título, a expectativa pelos jogos, que confeita as padarias, que enfeita os waffles. Há torcidas vestindo…
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NÓS
Nós, que nos deliciamos com a caça. A caça parada no tempo, como uma estátua a revelar-se, fragilizada por ser alvo. A caça refletida em nosso olhar: ela que nos revela, ela que está em nós, ela que está aprisionada na íris, no glóbulo ocular oculto e atento. Isso que caçamos, que atacamos, são corpos-retratos…