Categoria: Roberto Cambusano
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A cidade é uma invenção
Cartografia afetiva | Porto Alegre | Letícia Castilhos para o V Encontro de Arte Experimental 2,94 x 26:09 | New York | Jaime Scatena live a dream city | London | R.Cambusano
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quando eu nasci eu mesma
Não sei ao certo quando comecei a nascer eu mesma. Talvez tenha sido quando o peso do meu primeiro nascimento diminuiu. Gestei-me por 34 verões e alguns fechados invernos. Eu nasci aos 34 anos, quando já tinha pernas firmes, sem placenta e cordão umbilical. Assim, recém nascida aos 34, já tinha um corpo forte e cicatrizes. Nasci…
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Ruína digital
Praça | Porto Alegre | Marcelo Monteiro videoguerrilha | ruína digitalizada | memórias de Porto Alegre em Vitória | Casa Comum – Gabriela Canale Mind_wracking | Santa Catarina | R.Cambusano
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As cidades e as ferramentas
Me deram um canivete E fui eu, armada com ele atravessar a cidade. Não era mágico meu canivete, mas era útil. Furei as rodovias. Fui eficiente na medida da precariedade. Um canivete, em uma cidade, é de alguma utilidade metaphorically-cutting-until-bleeding-the-city | Sao Paulo | R.Cambusano
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A cidade nos atravessa
A cidade nos atravessa | Ilha das Caieiras-Vitória | Gabriela Canale FURA(NDO) | Sao Paulo | R.Cambusano Subway | New York | Jaime Scatena
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A cidade não para
a cidade não para | Vitória | Gabriela Canale a cidade para quem | Berlin | Ísis Fernandes sedadic | Porto Alegre | Margareth Miola NY never stops (yellow) | New York | Jaime Scatena non stop ever SP 6am | Sao Paulo | R.Cambusano
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FRIENDSHIP
♥ in progress. online friendship | Vitória | Gabriela Canale friend-chip-she | Berlin | Ísis Fernandes waiting room after Isis | Webland | R.Cambusano
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A cidade é um risco
Tem verdes tem morros tem, sobretudo, carros. Tem cimento e cimento e cimento E um moço que passa sorrindo assobiando um axé E uma esquina cheia de lixo E tantas ruas e nenhuma calçada E cimento cimento cimento Risk | Berlin | Ísis Fernandes risking hope and the healing process | Sao Paulo | R.Cambusano
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Psicografia sem defunto
às seis da manhã um poema me acorda veio em sonho? veio em palavra? despertador exigente ignora calmantes, anestesiantes e ressacas às seis da manhã quis falar, por mim, uma voz sem chico xavier ou qualquer psicografia de Fernando Pessoa às seis da manhã um velinho rabugento e lindo me fez cafuné Ele me pediu pra…