DIÁLOGO | DIALOGUE | DIALOG

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I – VER | O problema: a cidade como diálogo

O que está dialogando na cidade?
O que é a cidade que não um grande diálogo?
O diálogo é sempre mais violento que pacífico?
Existe alguma coisa na vida que não esteja em diálogo?
Por que a cidade se tornou meu tema obsessivo? Porque nela fica evidente que a vida segue um fluxo, porque nela o não diálogo é quase impossível.
Quero sugerir que você veja a cidade como um diálogo. 

II – REGISTRAR |Registrando o problema e criando outro: como registrar a cidade?

Um filme pode conter a cidade? Uma fotografia pode mostrar o que é a cidade? Andar na cidade pode propor o que é a cidade? Como conter a cidade em um formato?

Que tipo de obra de arte poderia conter/representar/sugerir a cidade como diálogo? Uma imagem em que se vê as formas geométricas dos prédios em contraponto às formas orgânicas da planta apresenta alguma forma de diálogo?

Como guardar em algum tipo de dispositivo a memória da cidade como diálogo?
Como registrar o diálogo? Como representá-lo? Como contê-lo?

III – COMPARTILHAR

Será que estamos dialogando com a cidade quando postamos fotografias, sons, vídeos e textos na internet?

Um site na internet dá conta de mostrar a cidade? Será que uma experiência na cidade, fora da internet, não seria mais coerente? Será que colocarmos nossas imagens na própria cidade não faria mais sentido?

RESPOSTA DE BERLIN

I. VER BERLIN: vida e fluxo

II: Registro: Momentaufnahme

III. Compartilhar: Novas imagens na minha imagem da cidade


MINHA RESPOSTA (Não é a resposta de Atibaia)

Parte I: O DIálogo

– O que está no diálogo na cidade?
– Mas quem está dialogando na cidade? Só respondendo a isso posso responder ao que questionas.
– A cidade é um grande diálogo?
– Não! A cidade é uma cidade. Tão e somente: com seu nascimento, sua vida e crescimento… nossa! Com esta analogia de vida chegaremos à morte das cidades? A seu colapso? Não sei… só o tempo dirá. Será ele cruel com as cidades quanto é com nós que somos de carne e osso, e não de tijolos e cimento, como as cidades…
– Mas existe algo na vida que não seja diálogo?
– Que fixação, que fissura, que paranoia essa sua com o diálogo!! Deixe o mundo em paz, para que dialogue em paz. Assim teríamos apenas diálogos pacíficos, não-violentos. Você está meio obsessiva, não achas?

Parte II: O REgIstro

– Ai, por Deus! Porque raios queres conter uma cidade em um filme? Que ilusão esta tua… ilusão mesmo… uma ilusão cinematográfica. De onde é que tiras estas idéias é algo que nunca saberei. (…) Já a fotografia, sim, acho que possa mostrar a cidade… digo, um pedaço dela… Acho que nem uma GigaFotografia, destas enormes que estão desenvolvendo, acho que nem estas podemo mostrar a cidade assim inteira, de verdade por inteiro. (…)  Ai, por Deus, Pai do céu! Porque é que queres conter a cidade inteira?!? Não é obsessão, não? (…) Essa é fácil! Para registrar o diálogo, basta gravá-lo, está me ouvido? Está? Oi… oi… me ouve?? (click).

Parte III: Com-Parte-Ilhar

ISland | Atibaia | Jaime Scatena


Mudo na selva de pedra | São Paulo | Quim Alcantara

Cities in dialogue:

  • Photo 1 (Mudo na selva de pedra | São Paulo | Quim Alcantara)

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