Categoria: Gabriela Canale
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AMOR TEM AUTOR?
Cities in dialogue: Photo 1, 2, 3 and 4: São Paulo (Gabriela Canale); Text: Berlin (Ísis Fernandes); Photo 5: Tijuana (Tabea Huth).
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The Day (An experimental visuality)
Cities in dialogue: video 1: Londrina (Ygor Raduy) – video soundtrack: Bela Bartok – String Quartet N.5 – I. Allegro. ; video 2: São Paulo (Gabriela Canale); Photo-Variation and Text: Berlin (Ísis Fernandes); Photo 2: Tijuana (Tabea Huth).
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THE ETERNAL DANCE / nataraja / NIETZSCHE.
Für Tänzer. Glattes Eis Ein Paradeis Für Den, der gut zu tanzen weiss. *** Para Dançarinos. Gelo liso É paraíso Para quem sabe dançar. (NIETZSCHE, Friedrich. A gaia ciência. São Paulo: Companhia das Letras, 2001, p. 23). (…) Quando uma pessoa chega à convicção fundamental de que tem de ser comandada, torna-se “crente”; inversamente, pode-se…
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ELES e ELE: eles-(n)ele.
Cities in dialogue: photo 1: Gabriela Canale (São Paulo); photo 2: London (Luciana Franzolin); photo 3: Berlin (Ísis Fernandes) video and text: Londrina (Ygor Raduy) – video soundtrack: W. A. Mozart – Piano Concerto n. 20 K466 – I-Allegro.
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Flußstraße / Riverstreet / Rua-rio.
O rio que pela cidade corre der Fluss daß auf der Straße strömt the river that flows throught the city é grande, sujo e proundo. ist groß, schmutzig und tief. is big, dirty und deep. Nós estamos imersos nesse rio wir sind in dieser Fluss untergetaucht we are submerged in this river e em seu…
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A DOOR
Cities in dialogue: photo 1: London (Luciana Franzolin); photos 2 to 8: Gabriela Canale (São Paulo); photo 9: Londrina (Ygor Raduy).
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Life, Death.
Cities in dialogue: video and photo slide: Londrina (Ygor Raduy) – video soundtrack: Zbigniew Preisner – “Trois Coleurs: Bleu” ; photos 1 and 2: Romney Marsh (Luciana Franzolin); photo 3 and 4: Sao Paulo (Gabriela Canale).
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Eles entre Vitrines
Cities in dialogue: photos 1, 2, 3, 4 and 5: Berlin (Isis Fernandes); photo 6: Ciudad de Mexico (Tabea Huth); photos 7 and 8: Sao Paulo (Gabriela Canale).
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E, quando ouço o silêncio do século XXI no seu vácuo impossível, sou a órbita da urbe ritmada do parnaso ao Funk. Sou a rima do meu cobrador de ônibus e a contribuição infinita de todos seus “erros”. “A poesia existe nos fatos” – diz Oswald de Andrade no início do “Manifesto Pau-Brasil”. Pode-se perguntar: …