O silêncio, nas cidades, é o trânsito. Vazios jazem sempre temporários, espreitando os passos da manhã.
Sendo preenchidos pelos copos nos bares. Há quem venda poesia. Há quem a compre. Poucos são os leitores da noite submersa.
São Paulo (Gabriela Canale)
Londrina (Ygor Raduy)


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