há uma arte.
a arte de construir cidades e gente.
a arte de deixa-las refletindo.
há uma arte que já foi feita e a que se está a fazer,
há que se apropriar dela,
que se botar na cabeça,
as cabeças nos corpos.
Da arte é preciso aproximar-se e afastar-se:
para vê-la (assim o é com as gentes também e com as cidades)
– é um movimento e é a falta dele, a pausa, o pouso.
Cidades | artistas em Diálogo: Berlim (Texto e Fotografia de Ísis Fernandes/ Pintura de Joachim Wagenseil, Modelo: Unbekannt und B. Wagenseil. Inspiration: Baselitz); montagem de Gabriela Canale sobre obra de Xul Solar, participação de Débora Domke; video de Ygor Raduy (Londrina).


Deixe um comentário